sexta-feira, 13 de junho de 2008
Faltou dizer Te Amo aí vai uma Ajudinha...
Africano - Ek het jou lief
Albanês - Te dua
Árabe - Ana behibak (para homem) Árabe - Ana behibek (para mulher)
Armenia - Yes kez sirumen
Bambara - M'bi fe
Bangla - Aamee tuma ke bhalo aashi
Belarusian - Ya tabe kahayu
Bisaya - Nahigugma ako kanimo
Búlgaro - Obicham te
Camboja - Soro lahn nhee ah
Chinês Cantonese - Ngo oiy ney a
Catalao - T'estimo
Cheyenne - Ne mohotatse
Chichewa - Ndimakukonda
Corsican - Ti tengu caru (para homem)
Creol - Mi aime jou
Croacia - Volim te
Czech - Miluji te
Dinamarquês - Jeg Elsker Dig
Holandês - Ik hou van jo
Inglês - I love you
Esperanto - Mi amas vin
Estonia - Ma armastan sind
Etiópia - Afgreki'
Faroese - Eg elski teg
Farsi - Doset daram
Filipino - Mahal kita
Finnish - Mina rakastan sinua
Francês - Je t'aime, Je t'adore
Gaelic - Ta gra agam ort
Georgian - Mikvarhar
Alemão - Ich liebe dich
Grego - S'agapo
Gujarati - Hoo thunay prem karoo choo
Hiligaynon - Palangga ko ikaw
Havaiano - Aloha wau ia oi
Ebreu - Ani ohev otah (para mulher) Ebreu- Ani ohev et otha (para homem)
Hiligaynon - Guina higugma ko ikaw
India - Hum Tumhe Pyar Karte hae
Hmong - Kuv hlub koj
Hopi - Nu' umi unangwa'ta
Hungria - Szeretlek
Icelandic - Eg elska tig
Ilonggo - Palangga ko ikaw
Indonesia - Saya cinta padamu
Inuit - Negligevapse
Irish - Taim i' ngra leat
Italiano - Ti amo
Japonês - Aishiteru
Kannada - Naanu ninna preetisuttene
Kapampangan - Kaluguran daka
Kiswahili - Nakupenda
Konkani - Tu magel moga cho
Coreano - Sarang Heyo
Latino - Te amo
Latvian - Es tevi miilu
Libanés - Bahibak
Lituano - Tave myliu
Malay - Saya cintakan mu / Aku cinta padamu
Malayalam - Njan Ninne Premikunnu
Chinês Do Mandarin - Wo ai ni
Marathi - Me tula prem karto
Mohawk - Kanbhik
Moroccan - Ana moajaba bik
Nahuatl - Ni mits neki
Navaho - Ayor anosh'ni
Norueguês - Jeg Elsker Deg
Pandacan - Syota na kita!!
Pangasinan - Inaru Taka
Papiamento - Mi ta stimabo
Persa - Doo-set daaram
Pig Latin - Iay ovlay ouyay
Polish - Kocham Ciebie
Português - Eu te amo
Romenia - Te ubesk
Russo - Ya tebya liubliu
Scot Gaelic - Tha gra\dh agam ort
Serbian - Volim te
Setswana - Ke a go rata
Sindhi - Maa tokhe pyar kendo ahyan
Sioux - Techihhila
Slovak - Lu`bim ta
Sloveno - Ljubim te
Espanhol - Te quiero / Te amo
Swahili - Ninapenda wewe
Sueco - Jag alskar dig
Alemão / Suisso- Ich lieb Di
Tagalog - Mahal kita
Taiwanese - Wa ga ei li
Tahitiano - Ua Here Vau Ia Oe
Tamil - Nan unnai kathalikaraen
Telugu - Nenu ninnu premistunnanu
Thai - Chan rak khun (para mulher) Thai - Phom rak khun (para homem)
Turquia - Seni Seviyorum
Ukraniano - Ya tebe kahayu
Urdu - mai aap say pyaar karta hoo
Vietnamita - Anh ye^u em (para mulher) Vietnamita - Em ye^u anh (para homem)
Welsh - 'Rwy'n dy garu
Yiddish - Ikh hob dikh
Yoruba - Mo ni fe
SER LÍDER NO SÉCULO XXI
Equipes vencedoras têm líderes que se baseiam no respeito profissional e na delegação para chegar ao sucesso. Eis aqui dez pontos que todo o líder pode desenvolver para atingir os objetivos a que se propõe:
1 – Possui características que os demais membros da equipe não têm.
2 – Tem autoconfiança e iniciativa acima da média.
3 - Angaria prestígio, para facilitar contatos e acordos.
4 – Atua para atingir objetivos coletivos (da equipe) e não pessoais.
5 – Dá ênfase ao lado positivo das situações.
6 – Sabe escutar, coordenar e dividir tarefas para a equipe.
7 – Aceita idéias e sugestões.
8– Admite os próprios erros.
9– Antecipa mudanças e seu horizonte vai além do seu departamento.
10 – Mais do que incentivar, inspira sua equipe a melhorar sempre e jamais os ridiculariza.Reflita e comece a agir!
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Esporte na Escola 208::..
Wilton Carlos de Santana - Mestre em Pedagogia do Movimento pela UNICAMP (SP)Doutorando em Educação Física na Unicamp (SP)
"Em primeiro lugar (...) dar o Homem ao homem. Transmitindo-lhe toda a herança da cultura humana, criada pelo homem para nela se criar". Jorge Bento
Antes de contextualizar o esporte na escola, acho pertinente falar um pouco deste, de escola e também de educação. O esporte é - independentemente de possíveis definições e de suas dimensões previstas na Constituição Brasileira - um dos elementos da cultura corporal ou motora. Os outros são o jogo, a dança, a ginástica, as lutas.
Todos são produções culturais construídas pelos homens ao longo da história. Logo, o esporte constitui-se em patrimônio cultural da humanidade. E, como tal, direito de cada um. A escola, agência responsável pelo ensino formal, é eminentemente cultural e educacional. Foi idealizada, suponho, para que todos pudessem se apropriar dos conhecimentos construídos pela humanidade e, por extensão, criar consciências capazes de construir outros tantos conhecimentos. Por conseguinte, é dever da escola garantir a todos o direito de acessar o que, de direito, é de todos. A escola tem o dever de socializar o conhecimento. Portanto, em se tratando de esporte, deve, ao longo de um processo qualitativo, assumir a tarefa de educar: desenvolver capacidades, habilidades e construir atitudes que contribuam para melhorar a qualidade de vida das pessoas.
Chega um momento na vida em que ingressamos (não todos, obviamente) na escola. Lá, a oportunidade de se educar em diversas direções: da alfabetização, do hábito da leitura, da qualidade das relações interpessoais, de experimentar novos mundos, problematizar, teorizar e contemplar coisas novas, enfim, de interagir com os saberes construídos pelos homens e outros de que todos nós, como seres sociais, precisamos para melhor nos relacionar com o que nos cerca.
Não que essas competências sejam exclusividade da escola! Entretanto, cabe-lhe, como dever e não como concessão, ampliar nossas possibilidades de atuação no mundo. A escola, sobretudo, deveria se preocupar em ensinar mais do que técnicas. Deveria contribuir para a emancipação das pessoas. Deveria se preocupar em educar a sensibilidade das pessoas. Deveria contribuir na educação da moralidade das pessoas. Deveria... Julgo que esse mesmo raciocínio deve ser assumido quando se pensa em esporte na escola.
O esporte, como a leitura, a matemática e as ciências, é uma produção cultural construída pelos homens. Enquanto patrimônio é direito de cada um. Logo, a escola deve assumir a tarefa de ensinar esporte e todos os elementos da cultura motora para que cada um de nós amplie suas possibilidades de estar e atuar no mundo. Desse ponto de vista, quem vai à escola tem o direito de educar, além da sua cognição, também a sua motricidade - que inclui a sociabilidade e a afetividade. E isso deveria ser preocupação de todas as disciplinas escolares!Penso que o ensino do esporte deveria estar vinculado ao projeto pedagógico da escola. Deveria atender os seus objetivos. Logo, a tarefa do professor é dar um tratamento pedagógico para o esporte de tal forma de que esse possa caminhar na direção de educar e emancipar as pessoas.A meu ver, o esporte de fora da escola (aquele do clube, da seleção de talentos, da excessiva competitividade) não serve para a escola. É elitista. Discriminatório. Está pautado em referenciais do esporte de rendimento, como conquistar títulos e resultados. Logo, tende a não provocar a evolução de consciências. Não conseguirá atender, suponho, a finalidade maior dos projetos pedagógicos escolares - educar.Na escola, o esporte deveria ser encarado como facilitador da auto-estima, da sociabilização, da construção de atitudes, para o desenvolvimento de capacidades e de habilidades.
De outro lado, se a pretensão for a composição de equipes - se for de interesse dos alunos - o que haveria de errado? Nada. Quem faz esporte, compete. O que se pode discutir é como tratar a competição. As escolas deveriam (e algumas assim o fazem) criar horários para a iniciação nos diferentes esportes. Sem limite de vagas, para todos. Cada aluno optará pelo o que melhor lhe convir. Democraticamente. Mas, sem essa de fazer da iniciação um "campo de batalha".
Continua sendo esporte, mas educacional. Continua a ser esporte de dentro da escola. Esporte com tratamento pedagógico. Na escola possível que idealizo (e permito-me idealizar o que quiser), todas as crianças aprendem esporte se divertindo e, nas inter-relações, constroem atitudes cooperativas.
domingo, 8 de junho de 2008
Educação, Amor, Felicidade um Futuro Perfeito.
Nesta Segunda-Feira três alunos da Escola Estadual Dr. Carlos Gomes de Barros, deram partida a mais uma caminhada em busca de seus sonhos, a Escola Estadual Carlos Gomes, participa de um intercâmbio escolar com Escola Inglesa (Inglaterra) e nesta manhã nossos três representantes foram deslocados para a "capital do Nordeste", a cidade de Recife, em Pernambuco para uma capacitação do projeto "Esporte na Escola" que tem o objetivo de integrar a comunidade escolar, no esporte e unir a sociedade em busca de uma comunidade mais participativa e solidária, trazendo o esporte para salvar e ajudar inúmeras crianças que vivem à margem da sociedade, sem muito envolvimenteo em algum projeto deste tipo, ficando desassistido pela sociedade política e moral de nosso município, e a Escola Carlos Gomes toma uma atitude ousada e desafiadora nesse sentido, capacitando seus alunos e buscando estrutura para solucionar um problema muito antigo.: a falta de estrutura física da Escola para a prática do esporte por seus alunos e comunidade.
Vamos conhecer nossos alunos agora que nos dão tremendo orgulho em Recife dentro deste tão importante Projeto:
Jhésser (1)
Jamilly (2)
Jéssica (3)





